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Vejam a diferença: no print 1, o Estadão (em editorial) faz uma crítica amena ao fato de André Mendonça ter chegado ao STF por ser "terrivelmente evangélico", e pede ao leitores: "a partir de agora, portanto, os olhares devem estar voltados para o futuro." E o jornal ressalta, no texto sobre Mendonça: "Evidente que toda indicação ao STF é política. A própria Corte é eminentemente política." O que está correto: se pela nossa Constituição a escolha dos ministros cabe ao presidente e aprovação cabe ao Senado, é política. É uma conclusão do tipo "a água é molhada". Agora, no print 2, o tratamento dado a Flávio Dino: "Ao indicar Dino, Lula deixa claro de uma vez que STF deixou de ser instância jurídica e se transformou em arena política". No caso de Mendonça, portanto, temos algo como "ah tudo bem, o cara chegou lá por ser evangélico, mas toda escolha é política, bola pra frente". No caso de Dino: "Lula destruiu o STF fazendo indicação política". Jornalismo profissional, isento e neutro, eles dizem. Militantes são os outros.
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